03 Jul
Postado por: Heitor Alves em: SEO
Tags: blogosfera, blogs, busca, conteúdo, curso, dicas, keywords, meta tags, otimização, otimizar, palavras chave, pesquisa, SEO, sites, visitasOlá pessoal. Hoje falarei sobre a utilização das meta-tags em sites, blogs, etc. É uma utilização simples, mas que muitas pessoas têm duvidas sobre como proceder, quando utilizar tais metas, entre outras dúvidas.
Tentarei falar sobre algumas das principais metas, pelo menos em minha opinião. Mas claro que vocês podem comentar sobre outras metas tags, outros tipos de funcionamento ou algum erro descrito por aqui.
O que são essas metas tags?
São parâmetros dentro do html, que foram criados para facilitar a vida dos buscadores web (Google, Yahoo, MSN, etc), incluindo-os nos seus respectivos bancos de dados. Com elas você também pode assinar o site que você criou, fazer redirecionamentos, entre outras coisas.
Sucesso! Mas como devo utilizá-las? Coloque-as entre as tags <head> e </head> da sua página HTML.
E quando devo utilizá-las?
Sempre, pelo menos é a minha opinião. Em todas as páginas devemos colocar as metas tags, tanto páginas principais quanto páginas internas. Sua inclusão auxilia e ajuda na aparição nos buscadores web. Tentarei explicar um pouco melhor sobre as metas tags, cada uma delas, pelo menos as principais que irei explica aqui.
Explicações Gerais: A tag meta tem um atributo obrigatório, o content. Este atributo recebe o conteúdo em texto, etc. O seu conteúdo refere-se a outro atributo, que pode ser o name ou o http-equiv, por isso que é a único obrigatório.
Pra entender melhor, dois atributos seriam obrigatórios, o content mais o atributo name ou o atributo http-equiv.
02 Jul
Postado por: Heitor Alves em: Tecnologia
Tags: bill gates, informatica, microsoft, tecnologia, windowsO adeus foi dado na última sexta-feira e, com ele, é possível dizer que é o fim de uma era na computação pessoal. O múltiplas vezes eleito homem mais rico do mundo, o todo-poderoso da tecnologia e comandante-em-chefe de uma das maiores empresas do mundo, Bill Gates, iniciou esta semana já aposentado.
Ele se afastou definitivamente de suas funções à frente da Microsoft na última sexta-feira, deixando a vaga de presidente da companhia que fundou há 30 anos. Quem assume o cargo é seu braço-direito, Steve Ballmer. Apesar de não estar mais com o compromisso diário, Gates afirmou que continuará participando de decisões importantes e projetos da empresa, mas seguindo a batuta de seu substituto.
Coincidentemente, a saída de Gates marca o início de uma mudança de foco da Microsoft, acompanhando uma mudança maior ainda: a da internet.
Se antes a empresa ajudou a consolidar os desktops e era a maior defensora dos “softwares de caixinha”, hoje a tendência é que a gigante se torne uma fornecedora de soluções online e grande jogadora no bilionário mercado de espaço para publicidade na internet. A última tentativa de Gates à frente da Microsoft na transição para a internet foi justamente a frustrada negociação de compra do Yahoo!
O fundador da Microsoft continuará como presidente do conselho da empresa, que não é um cargo executivo. Ele também se dedicará à Fundação Bill & Melinda Gates, para a qual doou boa parte de sua fortuna. A entidade é voltada a projetos humanitários como o combate a doenças em países pobres
A saída de Bill Gates da Microsoft deve colocar pressão sobre Steve Ballmer, que está na presidência da empresa há oito anos. Ele tem como desafios expandir os negócios tradicionais da companhia, recuperar o preço de suas ações e alcançar seus ágeis rivais da internet, como o Google, que fatura bilhões com publicidade online.
Mas o maior desafio talvez esteja com o arquiteto-chefe Ray Ozzie, que substituiu Gates e o diretor de Pesquisa e Estratégia, Craig Mundie, que estabelece a visão de longo prazo da empresa.
O perfil psicológico da Microsoft também deve mudar, com a saída de Gates e a nova direção de Ballmer. Enquanto o fundador era caracterizado por uma persistência quase obsessiva, Ballmer é mais dinâmico e sabe quando deve parar ou mudar de rumo.
Se por um lado a obstinação de Gates fez com que o Windows se tornasse usado por 80% dos mais de um bilhão de computadores do mundo, sua concentração no sistema operacional fez com que não percebesse a nova onda da internet, ou seja, software como serviço online e publicidade na rede.
Um grande indicador da era pós-Gates será o Windows 7, como está sendo chamada a nova versão do sistema operacional da Microsoft, que deve ser lançada em 2010. A atual, Windows Vista, sofreu vários atrasos no lançamento e recebeu críticas negativas quando chegou ao mercado. Por causa disso, a Microsoft sente a pressão de lançar um sucessor de alta qualidade e dentro do prazo.<
LEGADO - Detentor de um monopólio, defensor do software fechado, ícone do nivelamento cultural através de seus softwares. Por mais adjetivos ruins que Gates possa receber, uma coisa é certa: o início da era da informação foi definida por ele. O judicialmente comprovado monopólio que a Microsoft exerceu sobre o mercado de PCs criou, além de uma massa de usuários, um número enorme de padrões para a tecnologia, tanto do lado dos usuários quanto dos desenvolvedores.
Gates e sua Microsoft ensinaram ao mundo como ligar um computador, como usar e-mails para redigir documentos e reduzir distâncias. Mas talvez o maior legado do ex-homem mais rico do mundo seja o de ter criado um ícone para defensores do software aberto, colaboração, segurança e usabilidade odiarem. E assim, poderem criar soluções antagônicas e complementares àquelas criadas pelo senhor Bill Gates e seu monopólio.
Fonte: JC Online
02 Jul
Postado por: Heitor Alves em: Tecnologia
Tags: era digital, modernidade, tecnologiaPilhas de papéis, arquivos, montes de documentos ocupando espaço e dificultando o acesso e a distribuição da informação. Era de se esperar que em plena era digital, em que as tecnologias permitem e demandam respostas cada vez mais rápidas, o modo como as empresas armazenam informações e gerenciam seus processos fosse automatizado. O gerenciamento eletrônico de documentos, mais conhecido pela sigla GED, é um conjunto de tecnologias de gestão do conhecimento que envolve digitalização, armazenamento, indexação, certificação e distribuição de documentos e imagens impressas ou eletrônicas, que podem ser instaladas pelas próprias companhias ou contratadas como serviço de empresas especializadas.
Para documentos ainda em papel, o processo de digitalização envolve um scanner, um programa de reconhecimento de caracteres e um catalogador humano auxiliado por outra ferramenta de indexação. Tudo para que o conteúdo digitalizado possa ser acessado de forma rápida e simples. Já o gerenciamento de conteúdo digital utiliza ferramentas semelhantes, mas inclui ainda e-mails e documentos eletrônicos gerados e circulando dentro da empresa.
De acordo com dados de pesquisas do Centro Nacional de Desenvolvimento do Gerenciamento da Informação (Cenadem), executivos dedicam em média uma hora por dia procurando informações em documentos em papel. Aumentando a escala, empresas costumam demorar pelo menos seis dias buscando velhos documentos arquivados de modo tradicional.
Já no quesito espaço, um servidor para gerenciar informações ocupa cinco vezes menos espaço que um arquivo para papéis, uma vez que em apenas 1 Mb podem ser armazenadas até 500 páginas de documentos. De acordo com dados da Agência de Tecnologia da Informação de Pernambuco, arquivos em papel chegam a custar cinco vezes mais que suas versões digitais.
“São milhões de reais em economia, só com produtividade”, comenta o diretor do Cenadem, Antônio Paulo Silva. “Além disso, ninguém quer mais esperar por uma resposta amanhã. Querem a informação agora. Seja uma seguradora, uma operadora de telefonia ou até uma empresa de plano de saúde há a possibilidade de se beneficiar com o GED. Mas as empresas ainda não despertaram para os benefícios dessa tecnologia.”
Para popularizar a adoção de GED no Brasil, especialmente no Nordeste, o Cenadem promoverá nos dias 30 e 31 deste mês o congresso e exposição de gerenciamento eletrônico de documentos GED Nordeste 2008. O evento, cuja edição anterior ocorreu no Recife, este ano será sediado no Fiesta Bahia Hotel, em Salvador (BA). Mais de 20 companhias expositoras e especialistas já confirmaram presença. Inscrições para os dois dias de evento custam R$ 1,19 mil. Até o dia 15, é possível se inscrever pagando R$ 990.
Fonte: JC Online
02 Jul
Postado por: Heitor Alves em: Informática, Sociedade
Tags: acesso, inclusão digital, internet, jovens, tecnologia, webA explosão na venda dos computadores ampliou o acesso à internet entre os jovens da classe C. Uma pesquisa do portal Terra mostrou que 49,4% dos jovens dessa classe, em três capitais do País, possuem acesso à rede mundial em casa. Contratado pela Terra, o Instituto Data Popular ouviu 600 pessoas em São Paulo, Recife e Porto Alegre.
“A gente teve no ano passado uma quebra de paradigma, por causa da emergência da classe C”, disse Paulo Castro, diretor-geral do Terra. “A classe C é a fatia que mais crescerá na internet.” No ano passado, 37% dos internautas eram da classe C, 50% da classe A/B e 13% da D/E. Este ano, a expectativa é que a classe C chegue a 40%.
A idéia do estudo era descobrir as diferenças entre os internautas de classe C para os de classe A/B. “A surpresa foi descobrir que não existiam diferenças significativas”, disse Castro. “O consumo de conteúdo, entretenimento e redes sociais é muito semelhante.” O que acontece, segundo o executivo, é que os conteúdos de educação e de entretenimento são mais valorizados pelos jovens de classe C, porque eles têm menos acesso a alternativas fora da internet. “A classe A/B pode assistir a séries na TV por assinatura, que a classe C não tem”, explicou Castro. Foram ouvidas pessoas entre 15 e 30 anos.
BANDA LARGA - A pesquisa indicou que 77,2% dos jovens de classe C com internet residencial têm acesso de banda larga. É o caso de Tatiana Santos Azevedo, 26, que assinou a internet rápida em dezembro do ano passado. Ela mora no bairro Jardim São Gonçalo, em São Paulo, e se formou em 2006 em ciências da computação, com uma bolsa de estudos integral que recebeu num programa do Centro de Profissionalização de Adolescentes Padre Bello e, hoje, trabalha como webdesigner. Seu primeiro computador, comprado em 2002, era usado.
A máquina que usa hoje, um notebook, foi adquirida há um ano, paga em 12 vezes. “Meu uso da internet mudou bastante com a banda larga”, diz Tatiana. “Quando comecei a desenvolver sites, trocava o dia pela noite, para economizar.” Ela aproveitava a tarifa reduzida para acessar a rede discada.
“Quero montar uma microempresa”, conta a webdesigner. Ela participa de um programa de empreendedorismo e microcrédito da Fundação Abrinq. Tatiana já fez cursos gratuitos de programação e edição de imagens, via internet e agora estuda inglês. Ela não costuma assistir a filmes e ouvir música baixados da web, e nunca comprou nada pela rede. “Sempre uso para pesquisa e para consultar a conta do banco.” Tatiana usa bastante o MSN e o correio eletrônico, do Yahoo!
Segundo o diretor-geral do portal Terra, Paulo Castro, a pesquisa apontou um temor maior da classe C em usar o cartão de crédito na internet, do que nos consumidores de maior renda. Para ele, isso não se deve à menor experiência de internet desses usuários, nem à dificuldade de acesso ao cartão.
“O temor tem a ver com o limite do cartão de crédito”, explica o executivo. “O bloqueio do cartão teria um efeito maior na vida do jovem de classe C.” Segundo o estudo, quem se encontra nessa faixa etária acha que teria dificuldade de convencer a empresa de cartão de crédito caso fosse vítima de fraude. Mesmo com um uso menor do comércio eletrônico, o jovem de classe C acessa bastante a web para fazer pesquisa de preços, antes de ir ao varejo convencional. A pesquisa apontou que 49,2% consultam a rede antes de fazer compras.
LOCAL DE ACESSO - O computador e a internet são vistos pelos que se encaixam nessa categoria social como uma maneira de melhorar a qualidade de vida da família, auxiliando na educação dos filhos. Uma pesquisa do Comitê Gestor da Internet apontou as lan houses como o principal ponto de acesso dos internautas brasileiros. Na pesquisa do Terra, os centros pagos ocuparam o segundo lugar, com 23,6% da preferência dos jovens.
“Como a pesquisa foi feita em três regiões metropolitanas, ela não representa o Brasil”, reconheceu Paulo Castro. “São Paulo e Porto Alegre têm uma densidade de uso da internet acima da média brasileira”, completa ele. Dessa forma, a pesquisa serve mais como um retrato do internauta nas grandes cidades brasileiras, do que uma radiografia propriamente dita do uso da rede pela classe C.
Um ponto interessante, segundo o diretor do site, é que não houve diferenças significativas nos números alcançados nas três cidades (São Paulo, Porto Alegre e o Recife). “A diferença ficou entre cinco e dez pontos percentuais em todos os itens”, revela.
A entrada da classe C na rede mundial faz com que ela deixe de ser considerada primordialmente um meio de comunicação elitista. “A internet é um bom veículo para anunciantes de bens de consumo em geral”, finaliza o diretor-geral do Terra.
Fonte: JC Online
02 Jul
Postado por: Heitor Alves em: Informática, Tecnologia
Tags: bill gates, informática, internet, mercado,